Raul Correia

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Congresso Acadêmico

Posted by Raul Correia em novembro 19, 2008

Congresso Acadêmico

 

Obs.: Infelizmente não pude participar deste Congresso Acadêmico, mas pretendo apresentar um projeto no próximo congresso em 2009.

 

O V Congresso Acadêmico da Universidade Federal de Alagoas aconteceu de 20 a 25 de outubro, visando à integração entre ensino, pesquisa e extensão. Diversos eventos acadêmicos, científicos e culturais constaram na programação envolvendo as 22 Unidades Acadêmicas, inclusive o campus Arapiraca e seus pólos. A seguir, uma entrevista com o vice-reitor Eurico Lôbo, coordenador geral do Congresso Acadêmico:

O que o Congresso Acadêmico representa para a UFAL?

O Congresso Acadêmico é um momento onde toda comunidade universitária – professores, estudantes e servidores técnicos – tem acesso à produção científica, artística e técnico-cultural daqueles que fazem a Universidade. Portanto, é uma semana em que a UFAL, de certa forma, presta contas à comunidade alagoana e brasileira, contribuindo para que a comunidade externa possa conhecer e vivenciar o mundo acadêmico.

 

Quais são as grandes novidades do Congresso Acadêmico deste ano?

A novidade do V Congresso Acadêmico, que já é um congresso consolidado na estrutura da Universidade, é a descentralização das atividades. Este ano, modificamos a estrutura, fazendo com que as Unidades Acadêmicas tenham uma participação efetiva. Nos três primeiros dias, cada UA realizará uma programação específica – mesas-redondas, conferências, mini-cursos etc. – e cada uma delas elaborará uma programação direcionada para a sociedade. Ao mesmo tempo, foi constituído um comitê técnico em cada UA para avaliar os melhores trabalhos nas diferentes modalidades – Extensão, PIBIC/PIBITI/PIBIC-ação, Monografias e Outros Trabalhos. Os trabalhos selecionados serão premiados e apresentados na quinta 23, sexta 24 e sábado 25 no ginásio de esportes aqui da UFAL. Além disso, cada Unidade Acadêmica terá um stand especifico para exposição dos seus trabalhos e de toda produção e projeto que elas executem.

 

O Congresso Acadêmico tem como foco principal contribuir para a formação plena dos alunos. Quais são as estratégias utilizadas para a participação desse segmento nas atividades programadas? 

A melhor estratégia colocada para atrair os estudantes foi exatamente a descentralização das atividades para as Unidades Acadêmicas. Isso permite que cada UA discuta internamente, no seu “lócus”, a programação e os modos de disponibilizar sua produção científica. Mas eu diria que a estratégia principal, em nível geral, é disponibilizar a produção da UFAL para toda a comunidade porque é muito importante que cada estudante não se limite ao conhecimento especifico de sua área de atuação, mas possa ter uma visão global do mundo conhecendo as diferentes atividades que são executadas em outros campos.

 

A comunidade universitária tem absorvido o Congresso Acadêmico como um espaço de debate científico?

Esse é o nosso grande objetivo porque não adianta a Universidade produzir, gerar conhecimento e esse conhecimento ficar apenas na teoria. É importante que toda comunidade participe, não só da produção, mas da discussão desses trabalhos; e esse momento do Congresso propicia exatamente isso, através da apresentação dos seus trabalhos, mesas-redondas e conferências. Enfim, é um momento particularmente importante em que toda comunidade poderá discutir, rever conceitos ou consolidá-los.

 

O número de trabalhos inscritos este ano superou as expectativas?

Dentro de uma análise realista, tivemos algo em torno de 1.200 trabalhos no último Congresso e 1.790 esse ano. Isso significa um aumento de 50% e eu acredito que esse aumento é, sobretudo, resultado da estratégia de descentralizar as ações para as Unidades Acadêmicas. É um número extremamente importante e mostra a riqueza da nossa Universidade.

 

Quais as dificuldades que surgem para a realização de um evento deste porte?

Tivemos vários desafios: logística, estrutura física, conciliação de interesses das Unidades Acadêmicas na formulação e proposição de mesas-redondas e debates, além da dificuldade para se conseguir um espaço na agenda das pessoas envolvidas que geralmente têm muitos compromissos por serem de renome internacional. No entanto, conseguimos superá-los e eles existem para isso; os desafios são importantes, a vida só faz sentido com eles.

 

A realização da SBPC Regional configura-se como um reforço ao evento? Por quê?

A realização da SBPC Regional foi um grande desafio porque nos estávamos, praticamente, com toda a estrutura do Congresso Acadêmico pronta. Mas, sem dúvida, a SBPC enriquece o nosso Congresso, sobretudo porque ela traz professores e pesquisadores renomados do Brasil e do exterior. Essa será uma parceria que, sem dúvida nenhuma, gerará resultados extraordinários.

 

O que o senhor destacaria da programação desse ano?

É muito difícil destacar algo da programação, tendo em vista que o Congresso em si já é relevante. O que eu diria para comunidade acadêmica é o seguinte: não percam essa oportunidade, visitem a UFAL, participem dos debates, mesas-redondas e mini-cursos; sem dúvida, esse será um grande e rico Congresso.

 

 

 

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